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sábado, 21 de agosto de 2010

Infantilismo e controle

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Há alguns meses postei uma série de artigos antecipatórios à situação que o que segue anuncia. De fato anuncia e não denuncia, pois é de conhecimento de todas as Instituições democráticas em todas as suas instâncias.

O grande problema do imobilismo social ora vigente é que não tivemos oportunidades históricas, tampouco climatológicas que aglutinassem nossa sociedade sob a égide do bem comum e do desenvolvimento. Aliada a nossa eterna baixa capacidade de escolaridade, leitura e literatura somos incapazes de buscar na História, percepções antecipatórias que nos mobilizem contra o totalitarismo iminente ao qual seremos, todos, acometidos em poucos meses.
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Infantilismo e controle

Merval Pereira
Publicado no jornal "O Globo", de 21 de agosto de 2010. 
A infantilização do eleitorado brasileiro denunciada pela candidata do Partido Verde, Marina Silva, é um dos sustentáculos da alta popularidade do presidente Lula. E a campanha eleitoral vai se desenrolando de acordo com os planos desenhados por ele à imagem e semelhança do seu governo, praticando o que talvez seja o maior mal que esteja fazendo ao país: a esterilização da política.

O controle dos partidos através da distribuição de cargos e de métodos mais radicais como o mensalão neutraliza a ação congressual, permitindo a formação de uma aliança política tão heterogênea quanto amorfa, com partidos que em comum têm apenas o apetite pelos benefícios que possam obter apoiando o governo da ocasião.

A quase unanimidade a favor se deve também ao assistencialismo e à cooptação dos “movimentos sociais”, de um lado, e de outro a uma política econômica que aumenta os gastos com juros, Previdência e programas assistenciais.

Uma frente que tem, num extremo, o setor financeiro e, no outro, os mais pobres, numa estranha aliança dos rentistas do Bolsa Família com os rentistas financeiros.

O pragmatismo que rege essa maneira de fazer política fez com que o PT engolisse a candidata oficial, tirada da cartola do ilusionista Lula e literalmente maquiada pela equipe de marqueteiros, que vende ao eleitorado uma persona política tão falsa quanto a favela cenográfica do programa de estreia do candidato do PSDB.

A ex-guerrilheira, durona e de trato difícil, transformouse em tempo real numa senhora simpática que quer se tornar “a mãe” do Brasil.

O governo Lula vem acelerando sua transformação, neste segundo mandato, na direção de um Estado nacionalista, populista e patrimonialista, dependente cada vez mais da vontade do líder carismático, que não aceita os limites da lei, muito menos críticas. E se considera “o pai” do “seu” povo.

A autoestima exagerada provoca sentimento de onipotência que faz o seu possuidor acreditar estar acima das regras que o constrangem.

Na política, pode produzir ditadores ou, no nosso caso, uma versão pós-moderna do caudilhismo latino-americano, que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso definiu como um “subperonismo lulista”.

Essa geleia geral que hoje apoia a candidatura oficial pode ter o mesmo destino do peronismo argentino na era pós-Lula que se avizinha, com diversos grupos disputando o espólio político do lulismo.

E Lula, fora do governo, querendo controlar os cordéis de seu fantoche.

Ao mesmo tempo em que aprofunda suas críticas aos órgãos fiscalizadores do Estado, como o Ibama, o Tribunal de Contas da União (TCU) ou até mesmo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tentando constrangê-los, o presidente Lula insiste na tentativa de neutralizar os veículos da grande imprensa, no pressuposto de que, com sua imensa popularidade, pode controlar a opinião pública.

Não é suficiente uma nota oficial para garantir a liberdade de expressão, quando há tentativas concretas, desde o início do governo, de “democratizar” os meios de informação, uma ideia recorrente que vem sendo derrotada desde que primeiramente foi oferecida a debate, com a proposta de criação de um Conselho Nacional de Jornalismo, que fiscalizaria os jornalistas para evitar “desvios éticos”.

Ela ressuscitou com a aprovação, na Conferência Nacional da Comunicação (Confecon), de um Observatório Nacional de Mídia e Direitos Humanos para monitorar a “mídia” e é similar à proposta contida no Programa Nacional de Direitos Humanos de punir os órgãos de comunicação que transgredirem normas a serem ditadas por um conselho governamental.

A questão é que, quando o governo fala em democracia, não está se referindo aos regimes em vigor no mundo ocidental, mas aos regimes bolivarianos gerados a partir do autoritarismo chavista na Venezuela, onde Lula acha que há “democracia até demais”.

Não é simples coincidência que tanto lá quanto na Argentina dos Kirchner os meios de comunicação são perseguidos ou coagidos com base em legislações nascidas de poderes cada vez menos democráticos.

E também não é mera coincidência que esses regimes esquerdistas da América do Sul tenham sua gênese no Foro de São Paulo, uma reunião da esquerda da América Latina que Lula e Fidel Castro organizaram em 1990 para o estabelecimento de uma estratégia comum, na definição do próprio Lula em discurso.

O problema é que o Foro de São Paulo abrigava na sua fundação não apenas partidos políticos de vários matizes da esquerda, mas também organizações guerrilheiras como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs) ou a Unidade Revolucionária Nacional Guatemalteca (UNRG), consideradas terroristas, acusadas de tráfico de drogas e outras atividades criminosas.

Negar a relação do PT com as Farcs é imaginar que não existam registros confirmando, como uma entrevista de Raul Reys, o número dois das Farcs que morreu recentemente em confronto com o exército da Colômbia, contando como conheceu Lula num desses encontros.

As Farcs classificaram certa vez em nota oficial o Foro de São Paulo como “uma trincheira onde podemos encontrar os revolucionários de diferentes tendências, e diferentes manifestações de luta e de partidos (...)”.

A continuidade dessa política de aparelhamento do Estado é o que está em jogo nestas eleições, e é por isso que o presidente Lula está tão empenhado em vencêlas, e não apenas elegendo sua candidata à Presidência da República.

A estratégia de tentar influenciar a eleição do Congresso, sobretudo a do Senado, tem por trás o desejo de abrir caminho para aprovar legislação que aumente o controle do governo sobre o Estado brasileiro e, eventualmente, sobre a sociedade, através da “democracia direta”, à base de plebiscitos.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Quem mais ainda é de esquerda?

Uma oportuna e muito pertinente revisão histórica de um conceito batido e dolorosamente repetido de forma hermética pelos candidatos no esforço de atrair a simpatia de uma cada vez mais diminuta fatia do eleitorado no afã de ocultar suas dificuldades em enfrentar os complexos problemas brasileiros.

Vale a leitura, pois o artigo abaixoestá didaticamente muito bem escrito.


Quem mais ainda é de esquerda? 
Alexandre Barros
O Estado de S.Paulo - 17/08/10
A esquerda completou 200 anos. Começou na Revolução Francesa. Eram os antimonarquistas que, na Assembleia dos Estados Gerais, se sentavam do lado esquerdo. Desde então, a esquerda foi mudando sutilmente de sentido, mantendo a ideia geral de que esquerda eram os favoráveis ao povo e contra os privilégios.

O progresso tecnológico que tomou impulso ali por 1850 e a Revolução Soviética de 1917 mudaram o mundo, mas, por inércia, perpetuou-se a ideia de que esquerda seria tudo o que era pró-povo. Era uma distorção, mas as desigualdades mantinham o conceito vivo, já apoiado na bengala.

A partir de 1950 o consumo de massa deu os primeiros passos, com o fim da 2.ª Guerra Mundial e a aceleração do crescimento nos Estados Unidos, na Europa do Plano Marshall e no Japão. A tomada do poder pelos comunistas de Mao Tsé-tung, na China, e a guerra fria engessaram o conceito, mas nessa altura ele já andava de muletas, e não mais de bengala.

A política brasileira manteve, entretanto, uma característica curiosa, herdada, talvez, do populismo getulista. Todos queriam ser a favor do povo e, encabulados, definiam-se como "meio de esquerda". As ditaduras latino-americanas iniciadas nas décadas de 1960 e 1970 ajudavam. No Brasil, ser de esquerda era ser contra a ditadura, e aí o conceito parou. Velhos políticos, como os nossos principais candidatos presidenciais, formaram-se nessa época e congelaram o conceito em sua cabeça.

O País passou por muita coisa e mudou, principalmente a demografia. O Brasil de 2010 tem mais que o triplo da população da década de 1950. E esse crescimento acelerou-se até 1980, quando as mulheres brasileiras chegaram à conclusão de que não era mais vantagem ter tantos filhos, apesar do que achavam igrejas, militares e governos, que nada faziam para reduzir o ritmo de crescimento da população.

Os 66% da população brasileira nascidos a partir dos anos 50 já pegaram o conceito de esquerda à morte. O crescimento econômico acelerado incorporava cada vez mais pessoas à sociedade de consumo, por mais básico que fosse esse consumo.

A mídia de massa mostrava às pessoas como viviam a classe média e os ricos. E todos queriam ser ricos. A esquerda não era o caminho. Quando Ronald Reagan disse a Mikhail Gorbachev, em Berlim, "sr. Gorbachev, derrube esse muro", o Muro finalmente caiu em 9 de novembro de1989. Aí o conceito de esquerda perdeu qualquer significado, inclusive no Brasil.

Curiosamente, ainda em 2010 os dois candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas, formados politicamente que foram durante o regime militar, continuam com a dicotomia maniqueísta. Parecem não perceber que o Brasil e o mundo mudaram.

Fernando Henrique Cardoso, que, alegadamente, teria dito "esqueçam tudo o que eu escrevi", libertou-se das algemas. Lula só era "de esquerda" porque seus opositores assim o definiam. Ele estava fora da ideia de esquerda dos tempos da guerra fria. No dizer de um general importante do período 1964-1990, Lula sempre foi do sistema, isto é, ele lutou com as armas políticas aceitas e possíveis do fim do regime militar. Marina Silva é outra que não se encaixava nisso. Estava lutando pela sua floresta e era mais verde do que o azul ou o vermelho da guerra fria.

Mas os dois candidatos majoritários nas pesquisas seguem atraídos por conceitos que não fazem mais sentido. Em sua retórica de campanha batalham para responder à pergunta que o eleitorado não está fazendo: quem é mais de esquerda?

A candidata Dilma Rousseff (PT) - que num esquema tradicional seria chamada "de esquerda" -, curiosamente, porém, busca se afastar um pouco do conceito oco, enquanto o candidato José Serra (PSDB) se apega a ele, tentando convencer o eleitorado de que é mais "de esquerda" que sua principal concorrente.

Enquanto isso, em outros pontos do universo político, Aldo Rebelo, do PCdoB (SP), apoia e promove um projeto de lei para desengessar as regulamentações ambientais e facilitar o crescimento do moderno agronegócio brasileiro, e outros projetos essenciais para o enriquecimento. Uma postura totalmente inesperada para os que ainda se apegam aos conceitos anacrônicos de esquerda e direita. Eduardo Campos, do PSB, governador de Pernambuco, neto de Miguel Arraes, livrou-se da prisão conceitual e faz um governo tão livre quanto possível da dicotomia ultrapassada. Sérgio Cabral (PMDB), no Rio de Janeiro, filho de um comunista histórico, possivelmente ganhará em primeiro turno tentando ser um governador moderno.

Em São Paulo, o presidenciável José Serra, que insiste em se dizer de esquerda, quase não fala com o candidato a governador pelo PSDB, que faz questão de não ter nada que ver com esquerda ou direita, tendo chegado a ser apelidado de "picolé de chuchu", numa analogia com o que de mais insosso pode existir em gastronomia.

Quando será que os candidatos a presidente vão acordar e perceber o que o povo brasileiro já aprendeu: que a esquerda e a direita ficaram ocas? Elas não querem dizer mais nada. Com inflação baixa, crédito abundante e produtos para consumir, os eleitores de hoje são conservadores em relação a manter o que conquistaram ou ganharam nos últimos três governos - Itamar Franco, Fernando Henrique e Lula.

Roucos de tanto ouvir isso, os dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas bradam coisas que a maioria do eleitorado brasileiro nem sequer sabe o que querem dizer. Insistem em responder à pergunta: quem é mais de esquerda? Quando o máximo que o moderno eleitorado brasileiro, de 135 milhões de pessoas, quer saber mesmo é: quem mais ainda é de esquerda?

Acordem, Dilma Rousseff e José Serra, parem de se esforçar para responder à pergunta que o Brasil não está mais fazendo.

CIENTISTA POLÍTICO, É DIRETOR-GERENTE DA EARLY WARNING: OPORTUNIDADE E RISCO POLÍTICO (BRASÍLIA)
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

"JN": democracia em siglas

Não apenas neste período como ao longo de todo o ano as notícias são absolutamente herméticas para a população em geral. Via de regra "empurra-se" a notícia sem a preocupação com um esclarecimento prévio, um tal de "e daí?", porque esta notícia é importante ou útil.

Definitivamente, a televisão, em pleno século XXI continua fazendo a cabeça do eleitor.
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"JN": democracia em siglas 

Fernando de Barros e Silva

FOLHA DE S. PAULO
SÃO PAULO - Nunca se falou tanto das entrevistas do "JN" com os candidatos ao Planalto. Petistas reclamam que Dilma Rousseff recebeu tratamento mais duro do casal de entrevistadores. Tucanos comemoram o desempenho de José Serra. Em comum, há o reconhecimento tácito de que William Bonner e Fátima Bernardes enfim abriram as cortinas do espetáculo eleitoral.

O predomínio da TV na campanha (e, na TV, da Globo) é avassalador. Mostrou-se equivocada a suposição de que as novas mídias (celular, internet, e-mail, redes sociais etc.) iriam ameaçar a hegemonia da TV na eleição. Elas se incorporam às campanhas como ferramentas de mobilização e guerrilha política, mas a definição do jogo está, mais do que nunca, atrelada ao desempenho dos candidatos na TV.

E na TV o que pesa de fato é o "JN", além dos programas eleitorais. As campanhas inclusive organizam suas agendas em função do minuto diário de exposição que o telejornal da Globo lhes oferece. A era dos comícios chegou ao fim.

Não deixa de ser assustador que, no seu contato com as massas, o maior constrangimento de um candidato à Presidência se resuma à entrevista de 12 minutos no "JN".

Ninguém, no entanto, deve esperar que os debates (que de resto pouca gente aguenta) acrescentem muito à democracia. As regras são engessadas e os atores ali não passam grande sufoco. Perto do que se vê nos EUA, fazemos teatro infantil.

Os debates, cada vez mais, se resumem a uma guerra de siglas. São os PACs, as UPAs e as UPPs contra as AMAs, as AMEs e as Fatecs. Para os sem ProUni, que tal o ProTec?

O ambiente foi esterilizado da retórica eleitoral de 20 anos atrás. O eleitor agora vive sob o bombardeio de promessas em jargão tecnocrático (ou tecnopublicitário). Mas algo parece ter mudado: até há pouco, discutia-se quem seria capaz de dirigir o carro melhor, ou com mais segurança; agora, discute-se quem pode acelerar mais, ou entregar mais siglas na casa do eleitor.
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Do que vi ontem no debate...

Do que vi ontem alguns pontos de vista:

Plínio de Arruda Sampaio: Desfocado da realidade. Permito-me o comentário: Eu achava que a idade traria às pessoas, sobretudo, sabedoria.

Marina Silva: Coerente e com argumentos sólidos. A única que pontou nas respostas, apesar de não serem todos, a necessidade de liderar mudanças com o Congresso Nacional.

Serra: Preocupado em comparações apesar de não admitir. Exemplificou demais São Paulo. O país é muito maior e muito mais complexo. Um certo tom de "vou fazer" predominou e não deixou claro como conseguirá junto às demais instituições seus intentos.

Dilma: Podem me jogar pedras, falei na frente de minha esposa: Ela está lindona...sem saca!! O que o marketing não faz, não é verdade? Não vou votar nela por sua aproximação com o PNDH e demais vizinhos ariscos. O passado dela é problema dela com a justiça e com Deus.
Agora, tem pulso para manter o que está e pulso para segurar a Hidra de Lerna.
Todavia, todavia, ela deixa claro ser absolutista e que não está muito preocupada com as Instituições.

Jornalistas: Joelmir Betting: 100. Perguntas cirúrgicas.

Bem, são apenas opiniões.

Gostaria de relembrar que vivemos em uma Democracia de Direito, ou seja, o país existe e funciona com um elenco de instituições públicas e da sociedade civil organizada.
Todo e qualquer ato normativo para atender ao cidadão passa antes pelos Legislativos, estaduais e federal. Assim, o presidente chefe do Executivo, só pode ser arvorar em fazer ou não fazer algo, após a indicação ou aprovação do Congresso Nacional.

Portanto...vou fazer é conversa fiada!! Só se os legislativos autorizarem. Ademais o Mensalão e os atrasos nas obras do PAC deixam isto bem claro para o eleitor.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Perguntas para o debate

Hoje tem debate de presidenciáveis.
Assistirei...até onde resistir.


Estou na expectativa de algumas perguntas maiúsculas, dignas de um dignatário de uma nação como o Brasil.
Assim, arrisco algo que espero ser óbvio:


- Liderar mudanças legislativas ( a cargo do Congresso e Assembléias) a fim de viabilizar as obras de infra-estrutura atrasadas em todo o território nacional;


- Ampliação de, no mínimo em quatro anos, de mais de 50% da malha rodo-ferroviária...também ao longo de todo o território nacional;


- Liderar uma revisão da questão da Raposa da Serra do Sol;


- Ampliação de rede de distribuição de energia elétrica de alta e de baixa voltagens...também ao longo de todo o território;


- Gerenciar junto aos estados a recuperação dos portos;


- Gerenciar junto aos estados, a ampliação das dutovias de escoamentos de grãos e de oleosos;


- Liderar mudanças legislativas para diminuir a influência nas Agências reguladoras de políticos e de sindicatos;


- Liderar mudanças a fim de diminuir a influência de sindicatos no sistema nacional de Ensino;


- Liderar melhorias nos sistemas de atendimentos de saúde;


- Rever as concessões feitas ao Paraguai do pagamento sobre a energia produzida em Itaipu que é "binacional";


- Rever e liderar junto ao congresso os contratos de pagamento e de distribuição do gás de origem boliviana;


- Liderar uma mudança junto ao Congresso da diminuição da carga tributária em âmbito nacional;


- Liderar uma revisão das remessas para o fundo de participação de Estados e Municípios...


Enfim, são alguns dentre os temas mais importantes a cargo do chefe do EXECUTIVO nacional.


Em meu ver, para eles especificamente, assuntos que fujam a esta linha são minúsculos para um presidente, quando não casuísmos.
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