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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Empoderamento: o conceito que a esquerda tornou indigesto

 29 ABR '18 ROBERTO RACHEWSKY 
INSTITUTO LIBERAL

“Empoderamento” é uma daquelas palavras que se tornaram essenciais, indispensáveis para a esquerda vegetariana, e mesmo a carnívora, no cardápio das perversões linguísticas que produzem. Eu já escrevi sobre ela há muito tempo dizendo que é um conceito que se tornou indigesto. Fazendo uma analogia, é como se a esquerda, para impor o pós-modernismo empurrando […]

“Empoderamento” é uma daquelas palavras que se tornaram essenciais, indispensáveis para a esquerda vegetariana, e mesmo a carnívora, no cardápio das perversões linguísticas que produzem.

Eu já escrevi sobre ela há muito tempo dizendo que é um conceito que se tornou indigesto.

Fazendo uma analogia, é como se a esquerda, para impor o pós-modernismo empurrando seus termos goela abaixo da sociedade, criasse uma fábrica de embutidos especializada em pegar palavras específicas e tirar o seu conteúdo original, reciclando a matéria prima, impregnando-as com substâncias tóxicas.

Eu não sou fã de embutidos porque não sei o que tem ali dentro.

Ninguém com bom gosto engole essa palavra “empoderamento”, porque a fábrica de embutidos da esquerda pós-moderna se encarregou de recheá-la com coisas que fazem mal.

Ocorre que não podemos como seres humanos, animais que se alimentam com as palavras, irmos dispensando-as até voltarmos aos tempos das cavernas onde apenas grunhíamos.

Por sinal, é nisso que a esquerda quer nos transformar, em primitivos seres selvagens vivendo na miséria, comendo plantas, agrupados em estado natural, como se todos quisessem viver nos lamaçais de Woodstock fazendo sexo livre, ouvindo Joan Baez e Bob Dylan, amortecidos por nuvens de maconha, financiados pela mesada dos pais.

Precisamos reverter esse processo!

Não faz sentido deixar a esquerda dar às palavras o sentido que ela quer para servirem de alimento ao seu voraz apetite pelo poder.

Dissecar cada palavra, analisá-la, desembuti-la para desintoxicá-la, recondicioná-la para recolocá-la no mercado com o conteúdo apropriado é a única forma de venceremos essa verdadeira guerra linguística das salsichas e dos salsichões idiomáticos.

Empoderamento do seu próprio ser é algo que os indivíduos precisam descobrir para resistir, e reverter os resultados nessa luta desigual que travamos contra o estado e seus protegidos associados, esses que querem viver cheios de privilégios à custa dos nossos direitos.


sábado, 5 de maio de 2018

Uma tragédia nacional

Uma tragédia nacional com odor fétido e nauseante da hipocrisia esquerdista

[...]O cheiro da hipocrisia da esquerda só se confunde com a podridão do tecido social em decomposição que ela mesma criou para lucrar.

Lula na cadeia não é o fim do caminho, é apenas o início de um longo processo de reconstrução nacional que precisa começar dentro de cada um de nós.[...]

Roberto Rachewsky

Interessante analisar as contradições desses movimentos sociais.

Seus líderes costumam criticar aqueles que cobram aluguel por cederem suas propriedades particulares para que estranhos possam morar nelas.

Dizem que essas pessoas que pagam aluguéis são vulneráveis, explorados por capitalistas insensíveis que têm mais imóveis do que podem usar.

Dizem que o governo deve taxar forte esses magnatas para que assim projetos sociais tipo o Minha Casa Minha Vida para a população pobre possam existir e a distribuição de renda em nome de uma suposta justiça social possa ser feita.

Dizem que o governo deve regular, fiscalizar e até punir exemplarmente quem não oferecer moradias dignas, seguras, bem iluminadas, amigáveis ao meio ambiente, cheias de recomendações e exigências feitas por burocratas estatais que acham que a propriedade dos outros lhes pertencem e que os custos para atender tais demandas cai dos céus.

Dizem tudo isso, mas fazem o quê?

Alugam o que não lhes pertence, inclusive o que é do governo. Cobram aluguéis caros, considerando os valores de mercado. Não pagam imposto algum, sonegando tudo que recebem. Acomodam seus inquilinos em pardieiros, verdadeiros cortiços instalados em prédios condenados, fétidos, inseguros, insalubres. Com qual propósito? Ora, para enriquecerem sem culpa, mesmo sabendo que os ganhos não são merecidos.

Ali, onde desabou um monumento à tragédia nacional, com as nuvens de fumaça dos escombros rescaldados, depois que as cinzas descansaram no chão chamuscado pelo fogo e encharcado pela água jorrada das mangueiras, um odor fétido e nauseante pode ser sentido, era o cheiro inconfundível da hipocrisia esquerdista brasileira.

Chega de calamidades, é preciso restabelecer no Brasil o Estado de Direito, baseado na verdadeira Lei que protege os indivíduos e seus direitos inalienáveis desses que se apoderam do governo e privilegiam bandidos.

É preciso restabelecer a ordem espontânea baseada na cooperação voluntária das pessoas de bem que querem realmente criar valor para o mútuo benefício com bases sólidas fundadas na livre inciativa e na propriedade privada.

O cheiro da hipocrisia da esquerda só se confunde com a podridão do tecido social em decomposição que ela mesma criou para lucrar.

Lula na cadeia não é o fim do caminho, é apenas o início de um longo processo de reconstrução nacional que precisa começar dentro de cada um de nós.






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