Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Mandar torpedos afeta habilidade de interpretar palavras

Bem, agora um estudo científico comprova o que eu já verifiquei junto aos meus quase quatrocentos subordinados (desculpe, "colaboradores"). Dificuldades ou, em alguns casos, renitência em entender e processar ordens e orientações escritas, notadamente com mais de dois parágrafos. Neste caso compromete-se aspectos orientativos, normativos e doutrinários.

O adequado uso das mídias sociais requer, antes, bons hábitos de leitura. Conforme o estudo certifica o que agrega valor é a leitura de revistas e livros. Sempre foi e sempre será assim: Mais leitura, mais leitura, mais leitura. Não há como se fugir desta regra. O que falta em nossa sociedade hoje é um senso de prioridade, de importância e de pertinências sobre os eventos que a cercam e as mídias sociais no nível em que se encontram não irão auxiliar na busca das soluções e saídas urgentes que precisamos adotar.





Mandar torpedos afeta habilidade de interpretar palavras
Estudo indica impacto negativo durante o processo de aceitação das palavras; por outro lado, aqueles que leem mais livros ou revistas mostram melhor capacidade linguística


Estadão.com.br
O hábito de mandar mensagens por celular tem um impacto negativo na habilidade linguística de interpretar e aceitar palavras. Um novo estudo, feito na Universidade de Calgary, no Canadá, revelou que aqueles que mais enviavam mensagens tinham menor aceitação de novas palavras. Por outro lado, aqueles que liam mais livros ou revistas, tinham maior aceitação das mesmas palavras.


Arquivo/AE
Enviar torpedos estaria associado à restrições linguísticas rígidas que levam à rejeição das palavra
O estudo perguntou a estudantes universitários sobre seus hábitos de leitura, incluindo, mensagens de texto, e apresentou uma série de palavras - reais e fictícias.

"As pessoas que aceitaram mais palavras, o fizeram porque era mais capazes de interpretar o significado delas, ou tolerá-las, mesmo se elas não a reconheciam", dizem os autores. Estudantes que relataram mandar mais mensagens rejeitaram mais palavras em vez de reconhecê-las como possíveis palavras.

Os autores sugerem que ler livros, jornais ou revistas expõe as pessoas a variedade e criatividade na linguagem que não é encontrada na linguagem coloquial das mensagens usadas entre os jovens ou a "geração SMS".

Eles ainda dizem que ler encoraja flexibilidade no uso da linguagem e tolerância a diferentes palavras. Isso ajuda os leitores a desenvolver ferramentas que permitam gerar leituras de palavras pouco usuais.

"Em contraste, enviar torpedos é associado com restrições linguísticas rígidas que levam os estudantes a rejeitar várias das palavras no estudo", dizem os autores. "Isso foi surpreendente porque há várias ortografias não usuais, como 'LOL' na linguagem das mensagens de texto".

Os autores dizem que, para quem envia as mensagens, a frequência das palavras é um fator importante na aceitabilidade delas.

"Essa linguagem representa palavras reais que são bem conhecidas entre as pessoas que enviam torpedos", dizem. "Muitas das palavras apresentadas no estudo não são conhecidas e não foram aceitas pelos participantes que enviavam mais torpedos ou liam menos veículos impressos", ressaltam. 
.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mídias sociais e jornalísticas em nossa sociedade


Os dois últimos posts 

guardam similaridades entre si, notadamente acerca da capacidade de comunicação e acesso a notícias em nossa sociedade.

De acordo com o IBGE, hoje temos 95% de residências com televisores e 98% com rádios além de jornais impressos custarem até trinta centavos e termos mais de 200 milhões de linhas de celulares.

Há, de fato, uma profusão de meios para se comunicar entre si e compreender o mundo a sua volta disponíveis para o cidadão brasileiro viver, se desenvolver e atingir patamares altos de bem-estar e riqueza sustentáveis.

Os veículos de comunicação sempre foram objeto de controle por parte de qualquer governo por intermédio de suas "secretarias de comunicação social". Por intermédio delas é que os governos, com os recursos pagos pelo cidadão via impostos, paga propagandas institucionais aos jornais, rádios e televisões. O presidente da Folha já havia denunciado isso na época do governo Collor. Hoje parece não se lembrar em função dos fartos recursos que agora recebe. Assim, os conteúdos são controlados de forma subliminar. Quantos de vcs leitores souberam, via jornais, de uma morte no metro do Rio há um mês que paralisou por horas esse importantíssimo veículo de transporte. Controle midiático, foi o que ocorreu e muito eficiente, de fato.

Quanto às mídias sociais vejo que o controle não vem do governo ou de elites e sim do próprio usuário. Tenho acompanhado dois eventos há anos, um mutismo considerável de contumazes "encimadosmuros" e uma profusão de platitudes que pouco agregam valor na maioria dos que se propõem a veicular algo. É um tipo de auto-censura, inobstante a uma profusa quantidade de meios para se comunicar e entender a realidade circundante e, por meio desse veículo, interagir de forma mais eficiente com a realidade na qual o cidadão está inserido.

Um notável exemplo de uso eficiente de redes sociais se deu nos últimos meses com a eclosão das revoltas sociais nos países do oriente médio. Ocorre que lá as sociedades são mais velhas e mais maduras. O que nos falta é enxergar essa capacidade e aí, as mídias tradicionais têm um importante papel de esclarecimento que não cumprem.


Apesar de nossa repetida idiossincrasia apostólica romana e a pressão subliminar das esquerdas dominantes induzirem ao raciocínio de que ser rico é crime ético e inafiançável, devemos sempre perseguir a riqueza pelo simples fato de que riqueza gera empregos, arrecadações de impostos e proporciona saúde, saneamento, segurança e desenvolvimento. Quanto mais ricos tivermos em nossa sociedade mais produtos teremos, mais empregos teremos, mais famílias bem alimentadas e educadas pelos pais que terão seus empregos e seus salários também teremos. A demagogia socialista gramciana que reina em nossa elite intelectual de esquerda é que nos mantém na desigualdade, pois socialismo e distribuição igualitária pelo Estado nunca funcionou em nenhum lugar geográfico na tera em nenhum momento na História da humanidade.

Um dos principais papéis dos veículos de comunicação é o de traduzir essa complexa realidade ao cidadão comum e ajudá-lo a conquistar um desenvolvimento econômico e social sustentável.


GEOMAPS


celulares

ClustMaps