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sábado, 23 de julho de 2011

O que se come em 1 semana



Dê uma olhada no tamanho da família, a dieta alimentar de cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa com comida, em 1 semana.


obs: Observem, também, a qualidade do que se come.

1 - Alemanha: Família Melander de Bargteheide.
Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares





2 - Estados Unidos da América: Família Revis da Carolina do Norte 
Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares




3 - Italia: Família Manzo da Secília
Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros /  $260.11 dolares





4 - México: Família Casales de Cuernavaca 
Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares






5 - Polónia: Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna 
Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares





6 - Egito: Família Ahmed  do Cairo 
Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares



7 - Equador: Família Ayme de Tingo 
Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares




8 - Butão: Família Namgay da vila de Shingkhey 
Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares




9 - Chade: Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing
Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares






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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

China precisa deter a Coréia do Norte

Só para registro, vale relembrar que tanto o Irã como a Coréia do Norte enviaram representantes presentes na reunião do diretório do PT que, formalmente, indicou Dilma para ser candidata à presidência. Valeria a pena a mídia inveredar, logo, por esta vertente para ver se haverá envolvimentos da sociedade brasileira no iminente conflito. Estes países também são observadores do Foro de São Paulo onde a cúpula do PT também é signatária. Tá tudo na mídia, basta procurar no google que se encontra, ou seja, mensagem aberta veiculável.

A questão reside em geopolítica. A Coréia do Norte é um fudamental ponto de apoio para se barrar o avanço do isolamento eventual futuro da China naquela região. Ou seja, se algum dia, ao se desobedecer um acordo comercial, a ONU ou demais organizações internacionais poderiam usar todos os países aliados, inclusive os EUA, para bloquear as saídas de produtos nos portos chineses. Relembro que durante seis meses do ano aquela região o mar se congela em muitos pontos o que restringe as rotas de circulação.

Outro ponto geopolítico é que a Coréia do Norte possui muitas elevações próximas a fronteira com a China. Perder o controle e acesso a este país significa dizer que países aliados aos EUA poderiam, naquelas elevações, implantar uma variedade de antenas e controles de comunicação e satelital que poderiam prejudica as transações comerciais, on line, chinesas.

Observem que são dois países pequenos, muito distantes mas de fundamental peso na paz no mundo.




China precisa deter a Coréia do Norte
O GLOBO
24/11/2010

A comunidade internacional tem um "novo" problema: a Coreia do Norte. Especialistas convidados a visitar o país relataram insuspeitados avanços no programa nuclear norte-coreano. E agora Pyongyang ataca uma pequena ilha na fronteira entre as duas Coreias, matando dois fuzileiros do Sul e ferindo 16, além de três civis, num ato de guerra. O pretexto foram manobras militares da Coreia do Sul na região. 

Tudo isso quando a grande preocupação mundial era o Irã e seu programa nuclear. Mas o Irã, apesar dos aiatolás, é um país relativamente aberto - o Brasil é um de seus mais recentes parceiros. No caso da Coreia do Norte, o mundo depende da China, única a ter alguma aproximação com o fechadíssimo regime, que mantém uma enorme máquina de guerra enquanto a população definha, com falta de alimentos. 

Barack Obama classificou o incidente de "ato provocativo ultrajante", que terá interrompido um dos raros momentos em que o presidente americano comemorava uma vitória - o acordo com a Rússia e os aliados europeus, no âmbito da Otan, para a construção de um escudo antimísseis na Europa. Mas, se a Rússia se engaja paulatinamente nos esforços da comunidade internacional, ainda falta obter isto da China. 

Em março passado, um ataque atribuído à Coreia do Norte afundou um barco de guerra do Sul, matando 46 marinheiros. As ações sempre provocativas do Norte são bastante imprevisíveis. Mas, agora, há um agravante: a transição na "dinastia" que controla o país comunista desde sua criação, em 1948. Neste caso, o regime fica ainda mais imprevisível. O atual líder, Kim Jong-il, com problemas de saúde, está entronizando seu filho mais novo, Kim Jong-un, como sucessor. Ações militares como a de ontem podem ser uma forma de o mais novo Kim conquistar o respeito dos militares, a maior força organizada do país. Sem isso, ele não conseguirá comandar o país. 

As negociações sobre o programa nuclear norte-coreano, interrompidas, têm seis participantes. Além da Coreia do Norte, EUA, Coreia do Sul, China, Japão e Rússia. A ausência de negociações, sempre motivada por algum ato agressivo de Pyongyang, frustra um dos principais objetivos do Norte ao desenvolver seu programa nuclear: fazer com que o Ocidente (e China, Rússia e Japão) paguem pela sua desmobilização, já que o país precisa desesperadamente de divisas. 

A verdade é que a Coreia do Norte brinca com fogo, pois um ataque como o realizado à ilha de Yeonpyeong, ao qual a Coreia do Sul respondeu, pode deflagrar um conflito de consequências imprevisíveis. As duas Coreias nunca assinaram um acordo de paz, e os EUA têm mais de 28 mil militares estacionados no Sul. Torna-se cada vez mais importante o engajamento da China para conter seu indigesto aliado. Na área econômica, já é enorme o entrelaçamento dos interesses de Pequim com os do Ocidente. É um erro crasso da diplomacia chinesa pretender que a política internacional possa destoar disso, e ser conduzida com base em velhos preceitos. A China, segunda maior economia do mundo, com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, tem que assumir as responsabilidades que já lhe cabem. 
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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Água, declaração universal na ONU

Primeira observação é quem fala e se interessa. Este estadista preocupa-se, desde que deixou a presidência da extinta URSS, somente com grandes e essenciais temas.

Segunda observação é que, após oito anos, 52% de nossa população não tem acesso ao saneamento básico.

Terceira observação: somos a maior bacia hidrográfica do planeta.
Alguma coisa deve estar errada.

Amigos, este é outro tema que merece ser pesquisado e acompanhado. Vamos ver o que dirão em Marselle. Deve sobrar para nós.



O direito de cada ser humano de beber água em segurança e ao saneamento básico deveria ser reconhecido e garantido.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que quase 900 milhões de pessoas vivem sem água limpa e 2,6 bilhões sem o saneamento apropriado. A água, o ingrediente básico da vida, é uma das maiores assassinas do mundo. Pelo menos 4 mil crianças morrem por dia de doenças relacionadas à água. De fato, mais vidas foram perdidas após a Segunda Guerra Mundial por causa de água contaminada do que por todas as formas de violência e guerra.

Foi permitido que esta catástrofe humanitária infeccionasse por gerações. Nós devemos detê-la.

Reconhecer que o acesso à água segura e saneamento é um direito humano é crucial para a luta em andamento para salvar essas vidas; é uma ideia que amadureceu. Ela foi proposta inicialmente há uma década por organizações da sociedade civil, como a Cruz Verde Internacional, que eu ajudei a criar em 1992. Hoje, esta é uma exigência tão importante que muitos governos e líderes empresariais a apoiam. Esta é uma grande realização.

-- Neste mês, pela primeira vez, a Assembleia Geral da ONU está se preparando para votar uma resolução histórica declarando o direito humano à “água potável limpa e segura e saneamento”. Uma oportunidade-chave.

Até o momento, 190 Estados reconheceram, direta ou indiretamente, o direito humano à água segura e ao saneamento. Em 2007, os líderes da região da Ásia-Pacífico reconheceram a segurança da água potável e do saneamento básico como direitos humanos e aspectos fundamentais de segurança. Em março, a União Europeia afirmou que todos os Estados devem aderir aos seus compromissos de direitos humanos em relação à segurança da água potável.

Mas nem todos os países estão a bordo. Os Estados Unidos e o Canadá estão entre os poucos que não abraçaram formalmente o direito à água segura. A relutância deles em reconhecer oficialmente o direito à água deve ser questionada, principalmente por seus próprios cidadãos. A estratégia de segurança nacional do presidente Barack Obama pede pela promoção dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável por todo o mundo; essa meta deve ser traduzida em apoio ao acesso à água como um direito humano.

Alguns poucos Estados, como a Turquia e o Egito, também hesitam em reconhecer formalmente o direito à água, principalmente por causa de questões de água relacionadas às fronteiras. Mas um consenso absoluto não é essencial. A relutância de um punhado de países não pode descarrilar essa tendência vitalmente importante.

O reconhecimento da água como direito humano é um passo crítico, mas não é uma solução “bala de prata” instantânea. Esse direito deve ser preservado nas leis nacionais e defendê-lo deve ser uma alta prioridade.

Fracassos em fornecer água e saneamento são fracassos de governança. Reconhecer que a água é um direito humano não é algo apenas conceitual; trata-se de realizar o trabalho e de fato tornar água limpa amplamente disponível. Nós devemos esclarecer que a obrigação dos governos é financiar e executar projetos que forneçam esses serviços para aqueles que mais precisam.

Os países em desenvolvimento que incorporaram o direito à água em sua legislação, como o Senegal e a África do Sul, foram mais eficazes em fornecer água segura do que muitos de seus vizinhos.

Estatísticas recentes da ONU mostram que o mundo está a caminho de cumprir, ou até mesmo ultrapassar, a Meta de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade o número de pessoas sem água potável segura até 2015. Isso deve ser aplaudido. Mas a meta de saneamento ficará aquém em 1 bilhão de pessoas. Nas taxas atuais, algumas partes da África estão pelo menos um século atrasadas em fornecer água segura e saneamento. Um “apartheid de água” tomou conta do mundo – dividindo ricos e pobres, incluídos de excluídos. Os esforços para tratar dessa disparidade estão fracassando.

A expansão do acesso à água e ao saneamento abrirá muitos outros gargalos de desenvolvimento. Água e saneamento são vitais para tudo, de educação e saúde até controle da natalidade. À medida que a população cresce e a mudança climática aumenta a pressão por água e alimentos adequados, a água cada vez mais se transformará em um assunto de segurança. Com o aumento global das temperaturas, aumentarão os “refugiados de água”. A água toca tudo e uma forte colaboração entre todos os setores da sociedade – governos, ativistas, produtores rurais e as comunidades empresarial e científica– é necessária para aumentar sua disponibilidade.

Tornar o acesso à água e ao saneamento uma realidade diária é um bom negócio e bom para a economia mundial. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um investimento de US$ 20 milhões em tecnologia de água de baixo custo poderia ajudar 100 milhões de famílias rurais a escaparem da pobreza extrema. Dedicar US$ 15 bilhões por ano às metas do milênio de água e saneamento poderia gerar US$ 38 bilhões por ano em benefícios econômicos globais. Essa é uma taxa de retorno muito boa diante do clima financeiro atual. E está ao nosso alcance pela primeira vez.

Há uma tremenda vontade política e impulso popular por trás do movimento para declarar formalmente a água segura e o saneamento como direitos humanos. Nós temos que aproveitar esse momento e traduzir nosso entusiasmo em ação e legislação sólida e vinculante nas esferas nacional e internacional –começando pela votação esperada na ONU neste mês.

Eu fiquei contente, há poucas semanas, em ouvir o presidente Nicolas Sarkozy pedir para que o Fórum Mundial de Água de 2012 – que será realizado na cidade francesa de Marselha– seja o espaço para o reconhecimento internacional do direito à água segura e ao saneamento. Esta causa precisa de mais “campeões” – figuras públicas respeitadas e líderes de opinião que atuem como seus embaixadores ao redor do mundo.

As ações e vozes de milhões de cidadãos conduziram o movimento global pelo direito à água até aqui. Eu espero que mais pessoas juntem-se a nós para nos colocar mais próximos da meta final – um mundo em que o direito de todos à água segura e ao saneamento não seja apenas reconhecido, mas também cumprido.
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terça-feira, 8 de junho de 2010

O Conselho de Segurança e os Demônios da Garoa

Muito bom o texto abaixo e bastante elucidativo. Vale a pena a leitura e reflexão.
Dispensa comentários, ainda que de um especialista em Segurança e Defesa.









ALEXANDRE BARROS - O Estado de S.Paulo
Todos os organismos criados para estabilizar o mundo depois da 2.ª Guerra Mundial (ONU e seus apêndices, FMI, Banco Mundial) já completaram 60 anos. Com batalhas, mortes, holocausto, destruição, a lembrança da 1.ª Guerra Mundial e do fracasso da Liga das Nações, os vitoriosos mudaram a política. Nada de cobrar reparações de guerra. Em vez disso, Plano Marshall e um aperto na política de negociações.
A ONU, criada em 1945, era aberta e democrática, mas seu único órgão que tinha garras, o Conselho de Segurança, não tinha nada de democrático. Nele estavam os ganhadores. E eles congelaram o conselho.
Em política ninguém dá poder. Pessoas, países, empresas e organizações perdem poder ou ele lhes é tomado.
O mapa político do mundo de 1945 é completamente diferentes do de hoje. Há muito mais cores de países novos ou revividos.
Metade das coisas que usamos hoje foi inventada desde o fim da 2.ª Guerra Mundial. A ONU mais do que triplicou de tamanho. Os EUA deram o grande salto de crescimento. O comunismo acabou.
O único arranjo congelado foi o Conselho de Segurança. Ninguém quer perder os dentes afiados do único órgão da ONU que tem real poder. A entrada da China como membro permanente, em 1971, foi inevitável. Não dava mais para mantê-la fora.
Mudanças no mundo criaram siglas e entidades, formais e informais: União Europeia, Asean, Brics, Piigs e inúmeros gês: G-5+1, G-15, G-20, etc. Todos refletiram mudanças que iam sendo consolidadas, ao passo que a 2.ª Guerra ficava mais longínqua na História.
Um documentário feito em 2003, Sob a Bruma da Guerra, traz depoimento de Robert McNamara, analista militar norte-americano durante a 2.ª Guerra, secretário de Defesa dos EUA no governo Lyndon Johnson (quando comandou a escalada americana no Vietnã), demitido do Pentágono e nomeado presidente do Banco Mundial. Naquele, sua tarefa era vencer uma guerra, matando quantos inimigos fosse necessário. Neste, era construir o mundo para alimentar tanto quantos famintos precisassem. Estranha mudança.
McNamara menciona que antes do uso da bomba atômica os EUA bombardearam Tóquio com bombas incendiárias. Queimaram quase a cidade inteira, cujas construções eram, basicamente, de madeira. Disse ainda no documentário que, se os EUA houvessem perdido a guerra, eles, e não os alemães, estariam no banco do réus em Nuremberg.
Com a distância que a História proporciona, fatos mudam e passam a ser vistos com olhos que não havia na emocionalidade do conflito.
A imprensa brasileira enfatizou o papel do Brasil - uns contra e outros a favor, mas todos tentando ser simpáticos - do presidente Lula no recente acordo com o Irã a respeito do enriquecimento de urânio. É impossível, entretanto, analisar o que aconteceu sem levar em conta a grande ausente na imprensa brasileira: a Turquia. O papel da Turquia foi minimizado e quase ignorado.
Grande erro geopolítico. Não foi um acidente que exatamente Brasil e Turquia tenham sido os países que lideraram a iniciativa. A jogada foi arriscada. Pode dar certo ou não, mas o fato concreto é que essa iniciativa tinha na mira não só encontrar uma fórmula de convivência entre o Irã e os cativos do Conselho de Segurança da ONU, mas, sobretudo, chamar a atenção para dois países fundamentais na geopolítica do século 21.
Não preciso enfatizar aqui todas as características brasileiras que aprendemos desde a escola primária: tamanho, localização, espírito pacífico, paz social e tudo o que os cursos de História e a socialização política pintam de verde e amarelo quando nos ensinam sobre o Brasil.
Mas, e a Turquia, sobre a qual pouco sabemos no Brasil? Para começar, ela é o grande corredor entre a Europa e a Ásia. Boa parte do comércio e da energia que iluminam, movem e esquentam a Europa passa pela Turquia. É um país maometano que foge do radicalismo de muitos de seus vizinhos. É vizinho do Irã, do Iraque e da Síria. Tem indicadores econômicos, sociais e militares altamente positivos. É candidato à União Europeia e tem aspirações internacionais parecidas com as do Brasil.
O acordo com o Irã foi uma tentativa arriscada de dois atores internacionais que estão batendo na porta do Conselho de Segurança e precisam dizer, como os Demônios da Garoa: "Ói nóis aqui..."
A tentativa de mediação turca e brasileira não foi bravata, nem foi acidente o fato de que à Turquia coube o anúncio (antes do Brasil) de que os três países haviam chegado a uma acordo. Ela teve 12 horas de vantagem sobre o Brasil, afinal, ali, onde acaba a Turquia, começa o Irã.
A jogada foi arriscada, mas não foi final. Não foi um xeque-mate. Foi mais um lance de dois países que têm planos e aspirações de participar mais intensamente da formação da política mundial no órgão que detém as garras da ONU.
Muito anda sendo feito por ambos em outros foros. No momento em que os EUA ainda enfrentam a ressaca da crise de 2008-2009 e União Europeia entra na crise com toda a força (na semana que se sucedeu ao anúncio do acordo, a crise derrubou as bolsas europeias, pondo em xeque a existência do euro e, quiçá, da própria União Europeia).
Do ponto de vista de política internacional, Turquia e Brasil não podiam ter escolhido melhor momento para bater na porta do Conselho de Segurança. Se der certo e eles conseguirem ampliar o conselho, como já vem ocorrendo em outros foros, principalmente econômicos, tanto melhor. Parabéns.
Se ainda não for dessa vez (e se as crises americana e do euro não desarranjarem de vez o mundo), da próxima eles poderão bater um pouco mais forte na porta e, como os Demônios da Garoa, dizer: "Ói nóis aqui... tra veiz."
CIENTISTA POLÍTICO, É DIRETOR GERENTE DA EARLY WARNING: OPORTUNIDADE E RISCO POLÍTICO (BRASÍLIA). E-MAIL: ALEX@EAW.COM.BR 
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