terça-feira, 17 de setembro de 2024

O caixão do Rei Tutankhamon

 




O caixão do Rei Tutankhamon

Por Carlos Alberto Ferreira no LinkedIn


O caixão do Rei Tutankhamon é feito de ouro puro, o grau de pureza do ouro dos nossos antepassados não foi atingido pela ciência até o início do século XX.

Um bloco de ouro puro pesa cerca de 110 kg. 

Não há nenhum bloco de ouro tão pesado quanto este na Terra..

Este entrelaçado e embutido muito preciso com turquesa, ágata e todas as pedras preciosas não tem paralelo no planeta...

Nenhum destes milhares de pequenos pedaços de pedras preciosas caiu apesar de permanecer no subsolo em um deserto muito quente por cerca de 3.500 anos...

Esta magnificência, precisão fabulosa e beleza milagrosa não se repetiu em todas as civilizações humanas...

Agora não é possível criar algo assim, por mais moderno que sejam os equipamentos que usam.

Este é o auge do milagre humano e o auge da habilidade manual desde que o primeiro homem pisou a Terra.

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Meninos carregando macarrão

 



Por Carlos Alberto Tavares Ferreira LinkedIn


Meninos carregando macarrão para o local de secagem na Itália em 1929. 

Os italianos tradicionalmente secavam o macarrão ao ar livre para preservá-lo por mais tempo. 

O processo de secagem permite que a massa perca a umidade, evitando a proliferação de mofo e bactérias, o que a tornava ideal para ser armazenada e consumida posteriormente. 

Além disso, secar ao ar livre em climas mediterrâneos, como o da Itália, ajudava a garantir que o macarrão secasse de maneira uniforme, mantendo sua textura e sabor. 

Essa prática também era comum em regiões onde o clima era seco e ensolarado, condições ideais para a secagem natural da massa.

Acredita-se que o processo de secagem de massa tenha começado com os árabes, que introduziram o conceito de massa seca na Sicília durante a Idade Média, por volta do século IX. 

Os árabes já tinham o costume de secar alimentos ao sol para preservá-los, e quando trouxeram o conceito de massa para a Itália, essa técnica foi adaptada para a produção de macarrão.

Na Itália, especialmente no sul, onde o clima seco e ensolarado era propício para secagem ao ar livre, a prática foi aperfeiçoada e se tornou parte integral da produção tradicional de massas. 

Ao longo dos séculos, os italianos refinaram essa técnica, tornando a secagem ao ar livre uma característica marcante da produção de macarrão na Itália.

O sabão OMO

 



Por Michel JasperMichel Jasper


Já parou para pensar na origem do nome OMO, aquele famoso sabão em pó que praticamente todo mundo já usou? Pois é, por trás dessas três letrinhas simples existe uma história curiosa.

O nome “OMO” é, na verdade, uma abreviação de Old Mother Owl, que em português significa algo como “Velha Mãe Coruja”. E isso não é só um nome aleatório! A coruja fazia parte da primeira embalagem do produto, dando um toque bem original à marca.

Imagine a cena: as letras O e O do nome eram os olhos da coruja, enquanto o M formava o nariz e o bico.

Uma sacada criativa que trazia personalidade ao produto e, de quebra, associava a marca a algo sábio e protetor, como a própria coruja. 

Hoje em dia, talvez pouca gente se lembre disso, mas é um detalhe interessante para quem gosta de saber mais sobre a história dos produtos que usamos no dia a dia.

Fica claro como o branding de antigamente tinha um charme diferente, hoje, tudo é tão rápido e direto, enquanto naquela época, uma embalagem era quase como contar uma história.

Instagram: @‌micheljasper


sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Baterias de carros elétricos


FOTO e publicação: CBN News

CARROS | As baterias não criam eletricidade, elas armazenam eletricidade produzida noutros locais, especialmente através de carvão, urânio, centrais elétricas naturais ou geradores de diesel.
Portanto, a alegação de que um carro elétrico é um veículo com zero emissões não é verdade, porque a eletricidade produzida vem de centrais elétricas e muitas delas queimam carvão ou gás.
Então 40% hoje? Alguns dos carros elétricos na estrada são baseados em carbono.
Mas isso não é tudo.
Aqueles que estão entusiasmados com carros elétricos e com a revolução verde devem ver de perto as baterias, mas também as turbinas eólicas e os painéis solares.
Uma bateria típica de carro elétrico pesa 450 kg, quase do tamanho de uma mala. Contém 11 kg de lítio, 27 kg de níquel, 20 kg de manganês, 14 kg de cobalto, 90 kg de cobre e 180 kg de alumínio, aço e plástico. Existem mais de 6.000 células individuais de ions de lítio dentro.
Para fazer cada bateria BEV, você precisará processar 11.000 kg de sal para lítio, 15.000 kg de mineral.


 

domingo, 25 de agosto de 2024

A CULTURA DA MEDIOCRIDADE

 


CULTURA DA MEDIOCRIDADE

Por William Fiori postagem no LinkedIn

Vivemos em uma era na qual a crítica se tornou um terreno minado. No ambiente de trabalho, qualquer tentativa de correção ou divergência de opinião corre o risco de ser interpretada como um ataque pessoal. É como se a capacidade de separar o método da pessoa tivesse se dissolvido na névoa do "não me toque". A situação piora quando percebemos que, muitas vezes, a discussão é apenas sobre caminhos diferentes para alcançar o mesmo objetivo, mas qualquer discordância vira motivo para melindres e ressentimentos.

Estudos indicam que esse fenômeno não é apenas impressão nossa. Segundo uma pesquisa da Harvard Business Review, cerca de 65% dos funcionários evitam dar feedback construtivo por medo de reações emocionais ou retaliação. Isso cria uma cultura de silêncio e mediocridade, onde o conflito, que deveria ser um motor para a inovação, é evitado como se fosse o próprio fim do mundo. Ao mesmo tempo, a American Psychological Association relatou que ambientes de trabalho onde o feedback honesto é suprimido tendem a ter uma queda de 28% na produtividade e 23% na satisfação dos colaboradores.

E o que isso significa para nós? Que estamos vivendo a ditadura do ego frágil. Não se pode mais discutir metodologias ou apresentar contrarrazões sem ferir a sensibilidade de alguém. O New York Times publicou recentemente um artigo onde apontou que a geração atual tem uma dificuldade crescente em receber críticas, o que leva ao chamado "paradoxo da feedback-fobia". Enquanto todos clamam por crescimento pessoal e profissional, ninguém quer ouvir que talvez, só talvez, seu método possa ser aprimorado.

Nosso espaço de trabalho transformou-se em uma espécie de grupo de apoio emocional, onde a prioridade é não desagradar ninguém, mesmo que isso signifique aceitar ideias ineficazes ou permanecer estagnado. E isso tudo em nome de uma harmonia que, no fundo, é superficial e frágil. Críticas construtivas, que sempre foram o alicerce para a evolução em qualquer campo, foram relegadas a meros sussurros tímidos, temerosos de ecoarem nas mentes sensíveis dos nossos colegas.

Mas, no final das contas, isso é produtivo? Quem realmente se beneficia quando o medo de magoar o outro nos impede de discutir abertamente a melhor forma de executar uma tarefa? Quando a sensibilidade emocional se sobrepõe à eficiência operacional, estamos todos condenados a viver em um looping de mediocridade, onde o melhor que podemos esperar é um tapinha nas costas e um "tudo bem" de quem, no fundo, preferiria nunca ter sido contrariado.

E então, resta a pergunta: será que estamos dispostos a sacrificar nosso próprio crescimento profissional e coletivo em nome dessa paz armada? Acredito que não, mas parece que estamos caminhando exatamente para isso.

segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Um debate tão breve quanto memorável

 


Percival Puggina

         A França que conheci não existe mais. Aquela França que pelo batismo de Clóvis (496) fez jus ao título de “Filha dileta da Igreja” não responde à pergunta: “O que fizeste de teu batismo?”. Essa questão, levantada certa vez por São João Paulo II, se converteu em interpelação constante entre os cristãos que visitam o país por onde tanto andei e aonde não mais voltarei. Por certo, tampouco a reconheceria como sua o meu querido São Bernardo de Claraval.  


Recebi um desses vídeos que nos veem de todos os lados e pelos quais passamos sem dar muita atenção. Este, porém, num relance, atraiu-me por conter diálogo travado no senado francês sobre o cartaz de divulgação dos Jogos Olímpicos. Cinco minutos depois, eu aplaudia, no silêncio de casa, as luminosas palavras do senador Roger Karoutchi. Compartilho-as com meus tão estimados leitores.


A cena abre com o senador se dirigindo ao presidente da mesa: “Que diferença faz vosso governo entre uma cruz e uma flecha?”. O assunto, o cartaz em questão, era uma alegre mistura de marcos visuais da capital francesa, reunidos num pequeno espaço gráfico, tudo misturado como naqueles hotéis-cassinos de Las Vegas. O cartaz principal que chamava aos Jogos Olímpicos de Paris, escamoteara a cruz instalada no alto do Hotel des Invalides, substituindo-a por uma flecha ou coisa que o valha. A cultura dessa França enferma reage como vampiro à vista de uma cruz.


A ministra dos Esportes, Amélie Oudéa-Castéra, procurou explicar o sumiço, sublinhando as muitas diferenças entre o desenho da peça publicitária e a realidade dos marcos da cidade nela incluídos. Disse que não se tratava de uma reprodução, mas era o que o artista livremente produzira, sem comando do Estado. Era a cidade reinventada. O cartaz, enfim, era a França, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.


Em sua resposta, o senador Roger Karoutchi foi certeiro e sábio, negando que o cartaz seja a França e os Jogos Olímpicos. Transcrevo sua fala:


“Não, desculpe, não são a mesma coisa. Você pode pintar a Torre Eiffel da cor que quiser, mas não pode remover a cruz da cúpula do Hotel des Invalides, que existe desde Luís XIV. Não se pode mudar a história da França.”


Em seguida, discorre sobre o sentido de nação: “(...) somos a nação de um modo provisório porque nós tivemos predecessores e teremos sucessores. Esta nação se orgulha de organizar os Jogos Olímpicos. Mas ela não quer ser apagada, não quer que seus símbolos e a história que a fizeram sejam apagados, renegados. Podeis usar as cores que quiserdes, mas há 350 anos existe uma cruz sobre o Domo dos Invalides! E há uma cruz no cume da torre de Notre-Dame.”


“Os símbolos da França e a história da França fundam a nação. Sem ela não há república, sem ela não há evolução, sem ela não há solidariedade. Quaisquer que sejam as posições políticas, se quisermos fazer evoluir a nação, nós não podemos apagá-la porque se o fizermos desapareceremos. Nações não são eternas, assim como estados e impérios.  Fazei a nação, toda a nação; fazei a república, toda a república; fazei a França, toda a França, mas não apagueis nossos símbolos.”


Que a experiência francesa nos sirva de conselheira em momentos tão adversos aos bens e valores culturais que constituíram nossa própria nação.


*       A íntegra desse diálogo pode ser assistida aqui:

 https://www.publicsenat.fr/actualites/parlementaire/affiche-des-jo-amelie-oudea-castera-defend-la-liberte-dun-artiste-neffacez-pas-nos-symboles-demande-roger-karoutchi


Percival Puggina (79) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

sábado, 17 de agosto de 2024

Patins de Vikings

Postagem de Carlos Alberto T. Ferreira no LinkedIn




No século 10 DC, os vikings fabricavam patins de gelo feitos de osso de cavalo e couro, uma solução inovadora para se mover no gelo durante os rigorosos invernos escandinavos.

 Estes patins não só facilitaram o transporte em condições extremas, mas também demonstraram a capacidade dos Vikings de utilizar eficientemente os recursos naturais disponíveis no seu ambiente.


terça-feira, 13 de agosto de 2024

Comerciantes da Temu na China dizem que estão mudando para a Amazon

 Por Hector de Paola


O logotipo da loja online Amazon é exibido em um tablet em Lille, França, em 28 de agosto de 2019. (Denis Charlet / AFP via Getty Images)


Artigo original: https://encurtador.com.br/wkbdc

Tadução: César Tonheiro


Os comerciantes chineses que operam na Temu, a plataforma internacional da gigante chinesa de comércio eletrônico Pinduoduo, que protestam contra o que descrevem como políticas insustentáveis na plataforma, estão fazendo a transição de seus negócios para a Amazon, desanimados com a forma como a Temu lida com suas queixas.


Na Temu, os comerciantes descrevem penalidades anti-negócios, incluindo "multas" substanciais que podem chegar a até cinco vezes o valor da transação quando as compras são devolvidas e a retenção de pagamentos sempre que os clientes apresentam reclamações ou solicitam reembolsos de mercadorias já enviadas. A Temu permite que os clientes retenham itens mesmo após um reembolso, devido aos custos proibitivos do frete de devolução internacional, e os comerciantes relatam não receber nenhuma compensação em tais casos.


Em 30 de julho, frustrações crescentes culminaram em um protesto em grande escala no escritório da Pinduoduo em Guangzhou. Centenas de comerciantes expressaram sua indignação com as multas excessivas e a falta de mecanismos eficazes para resolver disputas. Apesar dos repetidos protestos desde maio, suas preocupações foram amplamente ignoradas. Durante o protesto, dezenas de comerciantes entraram na área de escritórios no andar de cima, mas não conseguiram se encontrar com os executivos da Temu e foram posteriormente persuadidos a sair pela polícia.


Vários comerciantes da Temu, preferindo o anonimato, disseram ao Epoch Times que o mau tratamento da plataforma aos comerciantes os forçou a deixar a plataforma. Muitos estão no processo de limpar seu estoque e encerrar as operações, citando uma falta significativa de confiança. Esses comerciantes costumam comparar a Temu desfavoravelmente à Amazon, indicando uma forte preferência pelas práticas comerciais desta última.


O comerciante de comércio eletrônico de Jiangsu, Zhang, que está na Temu há três anos, falou sobre a questão generalizada de multas na plataforma: "Todo mundo quer vender, mas a Temu continua a explorar os vendedores sem medo de ficar sem vendedores".


Ele disse que as multas cobradas contra os comerciantes são muitas vezes "inexplicáveis" e não oferecem meios para apelação, promovendo um clima de incerteza entre os comerciantes que nunca sabem quando podem ser penalizados.


Compartilhando suas frustrações com o Epoch Times, Zhang disse que o sistema agressivo de lances da Temu força os vendedores a uma espiral implacável de queda de preços. Ao contrário da Amazon, onde os vendedores mantêm o controle sobre seus links de produtos e podem gerar tráfego orgânico substancial da plataforma, desde que mantenham uma determinada classificação, o sistema da Temu pode substituir um link de produto por uma alternativa mais barata a qualquer momento.


"Lancei um produto exclusivo por 10 yuans (cerca de US$ 1,40). Após as vendas iniciais, a Temu vasculhou a rede em busca do mesmo produto, levando à introdução de versões falsificadas com preços entre 3 e 5 yuans", disse Zhang.


"A Temu não mostra preocupação com a autenticidade dos produtos, levando os fabricantes genuínos a reduzir drasticamente os preços ou interromper a produção à medida que produtos de qualidade inferior inundam o mercado", disse ele.


Além da Temu, Zhang vende sapatos em plataformas de comércio eletrônico chinesas, incluindo Tmall e JD.com, onde a maioria dos produtos são artigos de marca genuína. As margens de lucro nessas plataformas contrastam fortemente com as da Temu; um par de sapatos que custa 20 yuans (cerca de US $ 2,80) para ser produzido pode render apenas 3 a 4 yuans (entre 42 centavos e 56 centavos) após as despesas da Temu, muitas vezes resultando em uma perda líquida ao considerar os custos de logística, mão de obra, armazenamento e escritório, disse ele.


Além disso, o uso de um fundo de reserva pela Temu para reter uma parte substancial dos ganhos dos comerciantes prejudica ainda mais o relacionamento.


Ecoando esse sentimento, Wang, outro comerciante da Temu de Guangzhou, também prefere o modelo de negócios da Amazon. "Os sistemas de suporte da Amazon para produtos, recursos operacionais e proteção de marca são bem desenvolvidos, o que melhora significativamente o ambiente de vendas", disse ele.


Wang disse que o processo de registro da Temu é notavelmente menos rigoroso do que o da Amazon, permitindo que qualquer entidade com licença comercial ou empresa individual se registre, independentemente de seu tamanho. No entanto, ele também observa que essa abordagem mais inclusiva não equivale necessariamente a maior qualidade, pois a experiência de produto e serviço na Temu geralmente fica aquém dos padrões mantidos pela Amazon.


The logo of online store Amazon is displayed on a tablet in Lille, France, on Aug. 28, 2019. (Denis Charlet/AFP via Getty Images)

O logotipo da loja online Amazon é exibido em um tablet em Lille, França, em 28 de agosto de 2019. (Denis Charlet / AFP via Getty Images)

Enquanto a China enfrenta uma desaceleração econômica, pequenas e grandes empresas estão olhando para os mercados da América e da Europa para aumentar suas receitas. Aproveitando esta oportunidade, a Pinduoduo apresentou sua plataforma Temu totalmente gerenciada, que inicialmente provou ser especialmente atraente para comerciantes de pequena escala, pois eles eram responsáveis apenas pelo fornecimento de produtos, enquanto a Temu cuidava de todo o resto, desde a logística até o atendimento ao cliente.


No entanto, essa conveniência veio com uma desvantagem significativa: a Temu mantém o controle total sobre os preços.


Os comerciantes são obrigados a cumprir as constantes exigências de redução de preços, uma prática que atraiu críticas consideráveis. A estratégia da plataforma envolve atrair consumidores com preços excepcionalmente baixos, onde o fornecedor com o lance mais baixo garante o pedido. Além disso, a Temu emprega um sistema de monitoramento de preços em tempo real para exercer pressão sobre os comerciantes para reduzir seus preços se produtos similares estiverem disponíveis mais baratos em outros lugares. Isso, juntamente com um sistema de penalidades severo e nada transparente, não deixa espaço para recursos do vendedor.


"Na Amazon, se você for penalizado, pelo menos você entende qual foi o erro, pode apelar e aprender como evitar erros futuros. A Temu, no entanto, deixa seus comerciantes no escuro sobre os motivos das penalidades, evitando qualquer chance de corrigir os problemas", disse Zhang, acrescentando que agora está mudando o foco para sua loja na Amazon.


Xin Ning contribuiu para este relatório.


Grace Hsing é colaboradora do Epoch Times com foco em tópicos relacionados à China.


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