Amigos, reconheço que o tema é árido é tratado de forma muito hermética pela mídia, contudo, podem acreditar, nossa sociedade terá que se interessar por política externa e comércio exterior nos próximos anos.
Há muitos motivos para tal necessidade, o primeira é o de entender o papel que o Governo vem desempenhando ao nos representar. O Executivo executa a política externa que é deliberada e autorizada pelo Congresso Nacional, notadamente o Senado Federal. Lá os lídimos representantes do povo conhecem as necessidades na Nação brasileira e recomendam ao Executivo as linhas de ação a serem adotadas. Todavia tal premissa não vem ocorrendo. Ao contrário, o presidente Lula vem se aproximando de líderes e de países que não agregam valor a nossa necessidade de crescimento sustentável rumo à posição de quinta economia. O que ele fez foi querer consolidar sua posição de liderança mundial e acabou por sequer ser cogitado para nenhum cargo internacional em função de suas aproximações com Iraque, Coréia do Norte e Cuba. Quem perdeu fomos nós, sociedade.
Vemos agora os EUA apoiando o ingresso da Índia no Conselho de Segurança da ONU. Isto tudo em função de tentar se dar um contra-peso da influência chinesa na Ásia e África, onde a sino-república vem adquirindo bens, commodities e participações em empresas de segmento estratégico nos países daquela região.
O mesmo ocorre conosco e com a América Latina, pois o atual presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento celebrou o ingresso definitivo da China como país contribuinte daquele banco. De lá saem os principais investimentos sustentáveis para as economias da América Central, Caribe e do Sul.
Também temos aqui os chineses investindo em muitos segmentos, notadamente mineração, petróleo, energia, trem-bala e agricultura.
Vale lembrar que o fortalecimento das nações neo-bolivarianas é um fortalecimento da presença da China como maior acionista do Canal do Panamá.
Ressalto que para nosso desenvolvimento e estabilidade de nosso comércio exterior faz-se necessário a sociedade participar mais desse processo.
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