sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

HAITI: O que se pode aprender com o tsunami?

Amigos, o intuito é ajudar a esclarecer algumas peculiaridades da ajuda humanitária para saber o como, também, filtrar as críticas da mídia.


O livro The Great Deluge apresenta a experiência do prof universitário que, após passar dias no superdome, presenciou vários problemas dentre eles a atuação de organizações humanitárias e excesso de ajuda, por incrível que pareça.


A questão de se ter muitas ONG's presentes não dá garantias de lisura dos processos de alívio, resgate e recondução à normalidade. Infelizmente há os crimes transnacionais que ocupam lugar sendo até, via de regra, facilitado por pessoas pertencentes à tais organizações.
O breve texto abaixo ajuda a se ter uma noção do problema.


O que se pode aprender com o tsunami?
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/america-latina/o-que-se-pode-aprender-com-o-tsunami/?ga=ds


As forças de paz trabalhando no Haiti podem aprender algumas lições com o tsunami que atingiu países asiáticos em dezembro de 2004. Alguns erros estão se repetindo, como o excesso de doações. A tragédia na Ásia motivou doações que somaram US$ 1 bilhão. A organização Médicos Sem Fronteira pediu, na ocasião, que as doações parassem, pois já tinham mais do que precisavam. O grupo estuda tomar a mesma medida no caso do Haiti.


O que também se aprendeu com o tsunami é que são os próprios cidadãos os responsáveis por resgates feitos eficientemente logo após uma tragédia. Assim como no caso asiático, as forças atuando no Haiti parecem ignorar a ajuda que poderia vir de pessoas que falam a língua local e que conhecem as particularidades do país.


Os problemas sérios de organização das forças no país mostram que é importante que se tenha alguém no comando. O tsunami mostrou que a ajuda funcionou melhor em países estáveis, como é o caso da Malásia. Já em Aceh, um território na Indonésia onde atuam mais de 180 Ongs, foi mais difícil organizar o trabalho de resgate e auxílio aos sobreviventes. O Haiti pode estar em uma condição ainda pior do que Aceh. O país é líder, no continente americano, no número de Ongs por pessoa.

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